Comitiva visita Ministério da Educação e pede atenção especial a Barra do Garças

por Da Assessoria de Imprensa do Senador Wellington Fagundes — publicado 17/06/2016 18h18, última modificação 17/06/2016 18h18
Por iniciativa do senador Wellington Fagundes (PR-MT), uma grande comitiva esteve reunida nesta quarta-feira, 15, com o ministro da Educação, Mendonça Filho, para tratar de questões referentes ao ensino mato-grossense. Um dos pleitos mais importantes diz respeito à liberação para criação de um curso de Medicina em Barra do Garças, algo esperado por quem mora ou estuda no município.

Por iniciativa do senador Wellington Fagundes (PR-MT), uma grande comitiva esteve reunida nesta quarta-feira, 15, com o ministro da Educação, Mendonça Filho, para tratar de questões referentes ao ensino mato-grossense. Um dos pleitos mais importantes diz respeito à liberação para criação de um curso de Medicina em Barra do Garças, algo esperado por quem mora ou estuda no município.

O senador conta que, além da criação do curso, também irá trabalhar para emancipar o campus da Universidade Federal de Mato Grosso no município e criar a Universidade Federal do Araguaia, que atenderá toda a região. “Perdi as contas de quantas audiências participei aqui com o prefeito Beto [Farias] para sanar essas necessidades. E acredito que vamos conseguir implantar o curso de medicina para Barra do Garças, que atende hoje alunos de Mato Grosso e Goiás”, explanou.

Segundo o senador, o grupo “há de convencer” o MEC de que Barra do Garças, como cidade polo, não só tem capacidade e demanda para receber o curso de medicina, como também ter seu próprio campus universitário federal, a Universidade Federal do Araguaia, com sede no município.

O Ministério da Educação havia negado o curso de medicina na cidade, por não ter em seu cadastro o número real de moradores da região. Sendo assim, o edital ficou insuficiente para atender o pleito. “A parte técnica do ministério já tem esse convencimento que houve um erro”, adiantou o prefeito Beto Farias.

Ele conta que apenas quem se beneficiou do termo foram as regiões Sul e Sudeste. “O Centro-Oeste ficou fora devido à localização geográfica, de ocupação de território. E nós estamos aqui pela quinta ou sexta vez com a bancada de MT cobrando isso. E agora, com o novo ministro, estamos cobrando um novo edital”, demandou.

Em resposta o ministro afirmou que, assim que receber as demandas, tratará com o presidente interino Michel Temer para tentar solucioná-las. Segundo ele, há a disposição clara de o ministério atuar nesse sentido. “E a todas as regiões de Mato Grosso, dentro do possível, em nossa atuação do MEC e com o apoio do próprio presidente Temer, nós vamos nos desdobrar para atender”, completou.